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PROASNE-CAERN-UERN
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A Questão de Gênero na Comunidade Rural de
Mirandas, Caraúbas/RN: Roberta Borges de
Medeiros Falcão; Joana D’arc Lacerda Alves Felipe; RESUMO Os estudos, pesquisas e ações que tratam de questões relacionadas à
mulher e às relações de gênero, tem na atualidade se colocado como uma
necessidade que deve perpassar os diversos setores responsáveis pela execução
de políticas públicas e de programas e projetos que contribuam com o
desenvolvimento pessoal e coletivo do conjunto da sociedade. Nessa
perspectiva as mulheres, enquanto sujeitos históricos foram, e em larga
medida são, no processo de construção da sociedade, marcadas por diferentes
tramas que determinam, profundamente, a sua constituição. Nesse processo, seja pela contestação da sua histórica
opressão/subordinação, ou por outros papéis assumidos, as mulheres reclamam
seu lugar na história. O trabalho com as mulheres surge, desta maneira, no
âmbito das agências financiadoras internacionais como um tema emergente
trazendo aos estudos de gênero questões do desenvolvimento sustentável,
objetivando a auto-gestão de recursos políticos, econômicos e sociais como
forma de diminuição da pobreza. Nas nossas atividades
buscamos contribuir para que as mulheres de Mirandas participassem ativamente
dos processos de decisão da melhoria de vida da comunidade, bem como
fortalecer a organização das mulheres e seu empoderamento, ou seja, nivelar as desigualdades de maneira que fosse dada
igualdade de expressão e prioridade às perspectivas das mulheres dentro da comunidade de Mirandas As atividades do Projeto de Águas
Subterrâneas para o Nordeste do Brasil (PROASNE) com as mulheres na
comunidade de Mirandas tiveram início em fevereiro de 2001. A partir do curso de associativismo
ministrado na comunidade elas passaram a se reunir sistematicamente e com
muito esforço conseguiram se tornar uma instituição legalizada que conta com
trinta associadas. Através de parceria estabelecida com a
Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) foi elaborada uma
proposta de trabalho que teve como título “Começando a Construir outra História com as Mulheres da Comunidade
de Mirandas/Caraúbas – RN” aonde as mulheres vêm quinzenalmente
recebendo capacitação buscando a formação de um ambiente de socialização,
informação e reflexão acerca das problemáticas que envolvem a condição de
gênero, contribuindo com a construção política de sujeitos femininos capazes
de intervir no processo histórico do seu lugar. No total foram oito oficinas realizadas sendo
trabalhados temas como: A constituição da cidadania das mulheres, Saúde,
Corpo e Sexualidade, e Violência contra a mulher utilizando dinâmicas de
grupos, exibição de fitas de vídeo sobre estas temáticas e dramatizações. As
oficinas vêm sendo desenvolvidas pelas assistentes sociais Sâmia Cristina
Cavalcante Martins e Ana Paula Sales Pacheco e coordenada pela professora
Joana D’arc Lacerda Alves Felipe. Algumas
Breves Reflexões e Resultados do Trabalho do PROASNE Compreensão de Gênero como um conceito construído O conceito Gênero surgiu após muitos
anos de luta feminista buscando explicações teóricas para a opressão das
mulheres. Uma vez que as mulheres e homens são sexualmente diferentes a
sociedade impôs, arbitrariamente, papéis diferenciados. Gênero, desta
maneira, não é um fato biológico, vindo da natureza, porém um conceito
formulado pela sociedade em um determinado momento histórico. As mulheres de Mirandas têm esta
consciência quando afirmam: “Uma coisa que é acostumada, é difícil de tirar
de vez”, o que significa
dizer que elas percebem que as desigualdades entre os gêneros se formaram a
partir de valores socialmente construídos que foram sendo incorporados com o
passar do tempo e que para reverter esta situação é necessário, antes de
tudo, passar por um "processo de maturação", pois implica na
reflexão sobre idéias que foram postas ao longo de nossa história e na
“desconstrução”, ou seja, na substituição dos valores que não se quer mais
por outros novos conceitos.
Integrantes do Clube de Mães
participando de dinâmica de grupo Desta maneira, somente podemos
compreender a categoria gênero quando a considerarmos como resultante de
múltiplas determinações (econômicas, científicas, políticas, sexuais) que se
estabelecem na e pela conjuntura, ou seja, em um contexto social, histórico e
cultural específico. O conceito de gênero procura
explicar as relações que se estabelecem entre homens e mulheres. Gênero,
portanto, é um conceito relacional, ou seja, que existe um em relação ao
outro e considera que estas relações são de mando e de hierarquia dos homens
sobre as mulheres. Visão de coletividade Um dos principais resultados do trabalho do PROASNE, na opinião das
mulheres, foi a união: “Antes (do PROASNE) eu
via nas mulheres muito individualismo. Eu aprendi que só, a gente não vai a
lugar nenhum. O sucesso da organização depende de nós. Não depende apenas de
mim, mas de todas nós. Se a gente não consegue fazer alguma coisa através de
uma organização, sozinha fica muito mais difícil”. Fica claro que a participação organizada, sem desconsiderar a
importância da
atuação individual, apresenta-se como importante instrumento de
fortalecimento da cidadania e da construção de uma sociedade mais igualitária
e democrática.
Uma das participantes
da oficina “A constituição da cidadania das mulheres” expondo os cartazes elaborados Neste
sentido, podemos afirmar que quando existe o compromisso com o bem-estar
coletivo surgem formas de organização coletiva que têm a preocupação em
implementar melhorias de vida que transpõem os espaços privados. Assim, elas
estão buscando mudanças e transformações internas, que vêm a se traduzir numa
prática de caráter fundamentalmente coletivo. Maior participação e maior
afirmação da mulher, dos valores e da sensibilidade feminina, além do combate
a todas as formas de discriminação do homem por uma comunidade mais harmônica
e pacífica. Melhoria da auto-estima A auto-estima pode ser definida como a confiança na
capacidade para pensar e enfrentar os desafios da vida, bem como no direito
de ser feliz, possuir dignidade. Uma pessoa com uma auto-estima elevada
expressa de maneira apropriada suas necessidades e desejos e usufrui os
resultados de seus esforços. Auto-estima significa, assim, ter certeza de
seus valores. Quando uma mulher tem uma auto-estima baixa ela se sente
inadequada para enfrentar os desafios da vida, pois não possui confiança em
suas próprias idéias, seu potencial. Neste sentido, falta a mulher um senso
básico de respeito por si mesma. Existe um sentimento de desvalorização e ela
não se sente merecedora do amor e respeito da parte dos outros, e não se
considera digna da felicidade. Visivelmente
pudemos perceber nas mulheres de Mirandas uma maior desenvoltura e pouca
inibição em falar, em se pronunciar. O depoimento de Dona Luzimar confirma
nossa percepção. Segundo a presidente do Clube de Mães ocorreram muitas
mudanças nas mulheres depois das ações do PROASNE “antes as mulheres tinham muita timidez, vergonha de falar. Hoje
todas estão decidindo, dando opiniões”. Quando
questionamos sobre como elas se viam, enquanto mulheres, antes das atividades
do PROASNE na comunidade, uma delas falou: “Olha, em toda a minha vida eu
via as mulheres, como a maioria das mulheres se vêem, como sob o jugo do
marido. Quem pode tudo é o homem. Antes eu sabia que tinha direito, só não
podia falar. Hoje eu tenho que fazer valer o meu valor”. Com
este depoimento fica claro que a apenas a consciência da opressão não as
fazem mulheres emancipadas. Ter consciência sobre as desigualdades, sobre a
concentração de poder e privilégios, sobre todas as formas de injustiças e
seu fundamento, por si só não transforma a realidade opressiva. É
imprescindível para a emancipação da mulher empregar a sua criatividade para
realizar as transformações necessárias. Consciência crítica de sua situação e de
sua cidadania As
mulheres de Mirandas têm uma visão crítica da atual situação das mulheres,
pelo menos na comunidade em que vivem, como disse uma delas: “Apesar das
grandes lutas e conquistas ainda existe discriminação” e ainda “As
mulheres de hoje ainda são dependentes do marido. Muitas mulheres ainda
obedecem aos maridos por não trabalharem”. Todavia, as mesmas apresentam
uma solução: “As mulheres devem cada vez mais lutar pelos direitos que
temos”. Com este depoimento
podemos inferir que a existência de uma legislação avançada e os compromissos
contidos nos documentos oficiais, como a constituição brasileira, não têm
sido suficientes para transformar, na plenitude necessária, a dura realidade
vivida pelas mulheres. Resiste, ainda, uma cultura preconceituosa e
discriminatória, fundamentada através dos séculos, que dificulta a formação
da identidade feminina e o acesso pleno aos direitos da cidadania. Consciência da transformação da relação de gênero de
maneira democrática As
mulheres expressam sua compreensão da transformação de novas relações de
gênero da seguinte maneira: “O homem é um leão brabo, mas a mulher sabendo
fazer, coloca o homem no bolso. Tem que ir devagarinho, conversando” o
que demonstra que as mulheres de Mirandas começam a compreender a relação
masculino/feminino não apenas de forma democrática, mas também como um
processo conjunto que avança no sentido de se estabelecer uma profunda
interação entre os gêneros. A organização das mulheres: adentrando o espaço público As mulheres de Mirandas foram o primeiro segmento a se
organizar, logo após as primeiras ações desenvolvidas pelo PROASNE na
comunidade, refletindo o anseio, a busca e o interesse em discutir os
problemas peculiares ao desequilíbrio de oportunidades dos homens e das
mulheres no contexto do semi-árido. A partir do curso de associativismo elas
passaram a se reunir sistematicamente e com muito esforço conseguiram se
tornar uma instituição legalizada.
Mulheres de Mirandas se organizam em
associação Apesar
de recente, o Clube de Mães tem uma boa liderança. Dona Luzimar Paulino,
presidente da instituição é atuante, lúcida e com uma boa visão da posição da
mulher na sociedade e das dificuldades que enfrenta para a sua emancipação. A pobreza é a tônica nas discussões do
Clube de Mães e não poderia ser diferente se considerarmos a região
semi-árida é uma das mais pobres do planeta. A maior parte vive em estado de
miséria absoluta, ou seja, grande parte da sua população não tem rendimento
suficiente para manter sua simples energia física. Uma das participantes do Clube expressou o objetivo do mesmo quando
esclarece: “Estamos juntas nessa associação para discutirmos os problemas da
nossa comunidade e adquirirmos melhoria para a mesma”. Curso de Corte e Costura Na comunidade de Mirandas, a agricultura em pequena
escala, a criação e venda de animais ou a produção artesanal de doces são as
atividades mais comumente exercidas pelas mulheres. Estas atividades costumam
ser um prolongamento das atividades domésticas, não fortalecendo a cidadania
das mulheres, que continuam submetidas à autoridade de pais, irmãos ou
maridos. De maneira geral, na área rural, admite-se que as mulheres
exerçam atividades remuneradas apenas nos casos de necessidades econômicas,
para contribuir no orçamento familiar, mas não enquanto opção pessoal por
conquista de autonomia e participação no processo social. A economia informal tem sido a única
alternativa para uma parcela significativa da população brasileira. Por não
serem oficiais, essas atividades geralmente são exercidas de maneira bastante
precária. A situação é ainda pior para as mulheres. Segundo dados do IBGE, a
média de rendimentos dos homens no setor informal é cerca de 50% superior à
das mulheres. Pela primeira vez em Mirandas, a mulher
é protagonista de projetos direcionados a fomentar a inclusão da mão-de-obra
feminina no mercado de trabalho, ainda que informal. Há dois meses vinte e
duas mulheres vêm recebendo aulas de capacitação em corte e costura
ministradas pela professora Dilzete Lopes Fernandes O projeto é importante
porque estimula a organização em associações produtivas e cooperativas. Antes
do curso as mulheres participaram de vários treinamentos em cooperativismo e
associativismo empreendedor.
Mulheres durante o curso de
Corte e Costura
O curso
tem proporcionado, também, um forte clima de descontração que podemos
atribuir, em uma grande parcela, na aquisição das máquinas de costura. Com
muito orgulho elas afirmam: “O clube está tendo sucesso”. Desta
maneira, as máquinas serviram para alavancar a auto-estima e a autoconfiança.
Mulheres durante o curso de
Corte e Costura
O mais importante é que
elas vêem as máquinas de costuras como fruto de sua atuação esvaziando,
assim, o caráter paternalista. As máquinas de costura passam a se configurar
como conquista e não como benevolência do PROASNE. Daí a relevância do
trabalho organizativo que foi feito anteriormente como instrumento de
construção de uma cidadania qualificada, por ser fruto da conquista. Elas
chegam, inclusive, a mencionar a resistência inicial à compra das mesmas, bem
como a insistência das mulheres na aquisição. Consciência da exploração do homem pela mulher Na divisão de
tarefas podemos perceber a desigualdade de gênero. As mulheres geralmente
trazem a maior parte de seus rendimentos para o consumo da família, enquanto
que os homens usam parte significativa com seus gastos pessoais. As tarefas
chamadas domésticas são realizadas nas casas praticamente quase que só pelas
mulheres, como trabalho não pago, que assim serve para baratear o custo da
reprodução da força de trabalho. “A mulher de
Mirandas é muito sofrida. Trabalha na roça. A parte que o homem faz a mulher
faz também. Mas a mulher nunca diz: “Eu fiz, eu plantei”. A gente não pega o
dinheiro e compra um sapato. Nunca luta pelos direito. O homem pega o
dinheiro para beber, jogar e se divertir. É raro o que dá dinheiro para a mulher”.
Muitas vezes as mulheres de Mirandas utilizam estratégias
inadequadas para tentar resolver seus problemas financeiros, como é o caso de
uma delas: “Quando eu quero ganhar um trocado, enquanto ele guarda os
animais e a enxada, eu encho um balde de castanha e coloco um pano por cima e
escondo dele”. Uma outra mulher
fez a seguinte afirmação “Nós (mulheres) nos sentimos exploradas, usadas
porque trabalhamos no caju e não ficamos com o dinheiro. Não temos direitos”. Compreensão da violência dos homens
contra as mulheres A violência contra a mulher não
é específica de uma determinada localidade ou país. Ela representa um
fenômeno universal que se manifesta no dia a dia de mulheres das mais
diversas classes, raças e etnias. Na comunidade de Mirandas, segundo
depoimento das mulheres é corriqueiro os homens baterem nas mulheres com
mangueiras (cabo de plástico) e até mesmo com a foice. Todavia, compreendemos a violência não apenas, com uma
agressão física, mas além de incluí-la, transcendemos a qualquer tipo de
dominação, de exploração e de opressão, onde o ser humano é tratado como uma
coisa e não como sujeito. Este tipo de violência se manifesta, assim, das
mais variadas maneiras: espaçamento, insultos, ameaças, estupros, assédio,
assassinatos, mas também em formas sutis de desqualificação das mulheres. Desta maneira, a violência nem sempre é
evidente em suas manifestações, podendo ser tão sutil que chega a se passar
por condições socialmente aceitas e naturais. Este tipo de violência,
normalmente ocorre com a mulher na esfera conjugal devido à influência da
ideologia patriarcal onde a violência contra a mulher era percebida como algo
natural e plenamente legitimada, onde o corpo, a vontade e, inclusive a vida,
pertenciam ao marido. A violência nas relações conjugais, nas
relações afetivas, íntimas, no interior das famílias, expressa dinâmicas de
afeto/poder, nas quais estão presentes relações de subordinação e dominação.
Esta situação existe porque, na maioria das vezes, a mulher está em posição
desfavorável financeiramente. Uma das mulheres compartilhou a seguinte
experiência que ilustra esta situação: “Eu sempre vi meu pai batendo em
minha mãe. Hoje eu não admito isto. Eu sustentei durante muito tempo minha
mãe para ela poder ficar separada do meu pai. Não queria que ela passasse por
aquele sofrimento”.
Mulheres dramatizam situação em que vivenciam a dominação dos homens
Na maioria das vezes, as mulheres não têm acesso às
informação, proteção jurídica e apoio eficiente das autoridades públicas. Na
procura de apoio legal, devido ao preconceito enraizado e principalmente ao
despreparo de profissionais da área policial para lidar com o problema, é
comum transformar as vítimas da violência em rés, responsabilizando a mulher
pela violência de que foi alvo. Esse fato provoca recolhimento nas vítimas,
que acabam fazendo a opção pelo silêncio. O grande determinante para a manutenção da violência
contra as mulheres é a impunidade dos agressores, a conversão da vítima em ré
(a mulher é quem é a culpada), o silêncio das agredidas e o sentimento de
inferioridade das mulheres. Quando há impunidade, a violência humilha as
mulheres e destrói seu amor-próprio. Em uma relação afetiva, os sentimentos
se misturam com a esperança que o homem vai mudar e que ela é a responsável
pela a sua salvação. A violência contra as mulheres é uma
forma de reproduzir o machismo e de dizer o tempo todo que a mulher é
inferior. Uma das mulheres de Mirandas expressou com muita nitidez esta
situação quando afirmaram: “Os homens se acham no direito de bater, de
humilhar”. São grandes as conseqüências para a
saúde física e mental da mulher como doenças sexualmente transmissíveis,
ferimentos, escoriações, hematomas, fraturas, gravidez indesejada. No dia a
dia elas ficam nervosas, pois nunca sabem o que poderá desencadear a fúria do
agressor, e sentem vergonha diante dos familiares e dos vizinhos provocando
ansiedade, depressão, dores de cabeça constantes. Atos e ameaças de violência seja no ambiente
doméstico seja no espaço público, inspiram medo e insegurança na vida da
mulher, que vê restringida sua liberdade de ir e vir, bem como limitada a
prática de inúmeras atividades da vida social. Esta situação é exemplificada
com o depoimento de uma delas: "Os homens têm mais direito do que as
mulheres. Tem direito a sair, a ir a um bar" e conclui “Eu freqüento um bar de uma amiga
e meu marido diz que é feio, que aquilo é de homem. E que está cheio de
macho”. Fica claro com este depoimento que a
violência não se expressa em atos de brutalidade física, mas contempla também
a violência social que tolhe a expressão de liberdade. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Introdução ao planejamento para o Gênero: um guia prático.
Coordenação Delaine Martins Costa – Rio de Janeiro: IBAM : Fundação Ford,
1997 (Textos de administração municipal, 14). OLIVEIRA, .Silvana Maria e SILVA, Zélia Maria Pereira.
O Trabalho das Mulheres em Projetos
de Geração e
Renda na Área Rural: Autonomia ou Depedência? In: Anais do VII Encontro Nacional de
Pesquisadores em Serviço Social. Brasília : ABEPSS, 2000. Sassaki, Yshiko. Relações de Classe e Gênero no Serviço
Social. In: Anais do VII Encontro Nacional de
Pesquisadores em Serviço Social. Brasília : ABEPSS, 2000. |